Eu ando pensando sobre os corporalismos na psicologia. Sobre os esquecimentos do corpo também. Sobre relativismos quando penso em abordagens, sobre "cada um na sua". Algumas abordagens vêem o corpo como o caminho esquecido pelos ritmos de vida da contemporaneidade. Concordo, em parte. Pois é justo aí que entram minhas dificuldades de aceitar as diferenças - radicais! A verdade de uma ou outra Psicologia elege o Corpo como uma Igreja, como um Dogma, como O Caminho, A Verdade e A Vida!
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Meu amigo, você tem que aceitar que há diversas linhas de fuga da repressão de nossas usinas desejantes. O corpo pode vir a ser o front, mas pode vir a não ser! A revolução pode operar à distancias anos-luz do corpo encarnado! E nem penso duas vezes...!
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Do contrário, é um tal de vivência pra cá, toques de integração com nossas bases esquecidas pra lá... Sem querer ser muito chato, mas se eu quiser outra coisa? O grande lance da multiplicidade some e eu estou errado!
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Sim, sem dúvida o contrário também é triste... Radicalizar e não considerar o caminho corporal como um BOM meio para autonomias, mesmo que você ache que não seria seu caminho, é ruim. Nosso vício é pensar que - e isso é um ponto importante... - onde nós vemos algo fazer sucesso, seu aparente contrário não fará sucesso.
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Nosso vício é pensar em caminhos únicos.
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