Não é só pensar em algo. O poder das coisas é fazer fazer. Fazer fugir. Ponto de fuga escancarado. O maior revolucionário não é o que pára, é o nômade que corre e faz fugir. É a ressonância. É o agudo do microfone que ensurdece. Tem dor no meio dessa história mesmo. Mas o prazer faz balançar, a ressonância é fazer fugir de maneira violenta. A violência macia e mansa de um ponto de fuga macio e manso. Fazer fugir pra produzir.
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