quarta-feira, 7 de maio de 2008

Os Panteras Negras e Eu

A cada um segundo os seus feitos. Eu faço falar - o que eu quero falar - quem não diria nada sobre isso. Sou móvel quando e o quanto quero ser; e Devir-Mineral quando venho-a-ser. Contrariado quem ficar que fique, mas eu vivo um algo que não é estranho ao que esses dois* e suas redes viveram: o Revés. Mas não é qualquer coisa de qualquer pessoa. É a polícia. É o Bope operando objetiva-subjetivamente. É o Bope dos meus amigos e inimigos e desgostosos. Quer que eu seja mais objetivo?
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Já fui!
("Já fui" embora ou "já fui" objetivo?)
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[*] Esses dois aos quais me refiro são os dois esportistas negros que, ao receberem as medalhas olímpicas nos jogos que aconteceram em meados de 68, levantaram as mãos fazendo o símbolo dos panteras negras. O Revés que sofreram foi estúpido (demasiadamente denso), tanto esposas e mães cometendo suicídio (revezes intra-familiares) quanto perseguições políticas, sociais, etc. Muitas destas de forma não-declarada, tipo inimigo oculto. Não houve arrependimento quanto ao ato de protesto - até onde já entendi. Houve sem dúvida revolta e protesto quanto a esse Revés. Pretendo publicar aqui trechos de uma matéria sobre esse episódio.