A "resistência" cartográfica pode traçar que "é preciso conseguir dobrar a linha, para constituir uma zona vivível onde seja possível alojar-se, enfrentar, apoiar-se, respirar - em suma, pensar.". Porém "a linha mesmo não pára de se desdobrar a velocidades loucas, e nós, nós tentamos dobrar a linha.". Disso resulta que esse ato (resistir e dobrar) é "a operação própria a uma arte de viver". Arte pois é sempre na beira que se caminha. Somos os equilibristas!
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Sempre pensamos numa borda pra essas linhas... vamos pensando em beiradas... para além destas em que nos equilibramos, a pergunta que produzimos é "até onde desdobrar a linha sem cair num vazio irrespirável, na morte, e como dobrá-la sem no entanto perder contato com ela, constituindo um dentro co-presente ao fora, aplicável do fora?". Pois a mônada incomunicável não é respirável, constituindo outro(s) tipo(s) de morte.
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A pergunta é pergunta sem respostas (não fale nada!), pois o assunto não é reflexivo! É a própria experimentação que é a resposta. Fazer é responder.
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NOTA: O autor de algumas das frases entre as aspas é Deleuze e o outro autor é Foucault.
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Sempre pensamos numa borda pra essas linhas... vamos pensando em beiradas... para além destas em que nos equilibramos, a pergunta que produzimos é "até onde desdobrar a linha sem cair num vazio irrespirável, na morte, e como dobrá-la sem no entanto perder contato com ela, constituindo um dentro co-presente ao fora, aplicável do fora?". Pois a mônada incomunicável não é respirável, constituindo outro(s) tipo(s) de morte.
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A pergunta é pergunta sem respostas (não fale nada!), pois o assunto não é reflexivo! É a própria experimentação que é a resposta. Fazer é responder.
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NOTA: O autor de algumas das frases entre as aspas é Deleuze e o outro autor é Foucault.
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