[Sopros ou mais que isso de Nietzsche e de Artaud: Isto são filhos-conceituais nascidos a partir da enrabada desses que se seguem ao que digo]
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"Destruir, destruir: a tarefa da Esquizoanálise passa pela destruição, toda uma limpeza, toda uma raspagem do inconsciente. Destruir Édipo, a ilusão do ego, o fantoche do superego, a culpabilidade, a lei, a castração... Não se trata de destruições devotas, como as que o psicanalista opera sob a benevolente neutralidade do analista. Porque essas são destruições à la Hegel, maneiras de conservar. Como a famosa neutralidade não faria rir?
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Página 394, "O anti-Édipo: Capitalismo e Esquizofrenia" de Deleuze & Guattari. Ed: Imago.
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PS: Sobre contradições aqui ou aculá, ver "Préfácio" de Suely Rolnik publicado em "Revolução Molecular" para supostos esclarecimentos - ou possíveis desorganizações. Em breve, pretendo publicar trechos deste texto aqui e por completo em http://esquizoabeira.blogspot.com/ .